Clara acordou aos poucos, sua vista ainda doendo da luz que entrava pela janela aberta.
Esticou o braço alcançando seu celular que estava no criado-mudo. Tentando focar a vista, leu as horas.
Já passava das oito da manhã, mas não se sentia descansada. Levantou-se a contragosto e ficou um momento sentada à margem da cama.
Esfregou bem os olhos, e, tomando coragem, levantou-se e foi em direção à cozinha.
As canecas estavam perto da cafeteira e Clara pegou duas para colocar na mesa: uma para ela mesma e outra para Ricardo que deveria estar tomando banho.
Mas não havia som vindo do banheiro.
Na verdade, não havia sequer sinal que Ricardo passou a noite no apartamento. Read the rest of this entry »

